Tocantins tem 8 investigados por homicídio, tráfico e latrocínio na lista dos mais procurados
Investigados por crimes violentos e atuação em facções seguem monitorados pelas forças de segurança
Por Administrador
Publicado em 21/02/2026 10:02
Politica
Informações sobre o paradeiro de qualquer um dos procurados podem ser repassadas de forma anônima pelos números 190 e 197, com garantia de sigilo – Foto: Divulgação SSP

Oito tocantinenses integram a lista nacional dos criminosos mais procurados do país, coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública. A atualização foi confirmada pela Secretaria da Segurança Pública do Tocantins (SSP/TO), que reforçou as ações de rastreamento e monitoramento integrado.

Entre os nomes está Matheus Costa Pinto, que responde por tráfico de drogas, associação para o tráfico, porte ilegal de arma de fogo, lesão corporal e condução de veículo sob efeito de substância psicoativa. Também integra a relação Yasmin Loranne Oliveira Santos, investigada por tráfico de drogas e associação para o tráfico.

A lista inclui ainda Jonata Martins Caldeira Ferreira, conhecido como Jhonata TK7, envolvido em roubo qualificado e homicídio qualificado; Gustavo Santiago Laudares Pereira, relacionado a roubo, extorsão mediante sequestro e ocultação de cadáver; e André Luis Pereira Silva, que responde por furto qualificado, roubo qualificado, associação criminosa e latrocínio.

Constam também Edeilson José de Oliveira Negre Lopes, com registros de homicídio e roubo qualificado; Cláudio Jerre Alexandre Dias, apontado em investigações de homicídio qualificado, tentativa de feminicídio, tráfico de drogas e associação para o tráfico; e Felipe Mota Costa, que responde por porte e posse ilegal de arma de fogo, participação em organização criminosa, tráfico de drogas, homicídio qualificado, ocultação de cadáver, tortura e corrupção de menores.

Segundo a SSP/TO, os nomes foram indicados com base na relevância investigativa e no impacto que a prisão pode gerar no enfrentamento às organizações criminosas e à violência letal, inclusive com atuação interestadual. As investigações seguem em curso e os alvos permanecem monitorados pelas áreas de inteligência e delegacias especializadas.

Informações sobre o paradeiro de qualquer um dos procurados podem ser repassadas de forma anônima pelos números 190 e 197, com garantia de sigilo.

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