Ministério da Saúde libera R$ 26,3 milhões para obras, equipamentos e fortalecimento do SUS no Maranhão
Maranhão passa a contabilizar 173 obras da área da saúde
Por Administrador
Publicado em 13/06/2026 00:00
Politica

O Ministério da Saúde anunciou, nesta sexta-feira (12), a liberação de R$ 26,3 milhões para fortalecer a infraestrutura do Sistema Único de Saúde (SUS) no Maranhão.

 

Os recursos serão destinados à construção de novas unidades de saúde, aquisição de equipamentos hospitalares de alta tecnologia e ressarcimento de obras concluídas por municípios maranhenses.

 

O investimento integra uma mobilização nacional do Governo Federal para ampliar a capacidade de atendimento da rede pública de saúde.

 

Em todo o país, foram liberados R$ 577,2 milhões por meio do programa conhecido como Pix da Saúde, mecanismo que permite o repasse imediato de recursos federais após a emissão das ordens de serviço.

 

Segundo o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, os investimentos fazem parte da estratégia do governo para ampliar o acesso da população aos serviços de saúde e acelerar a conclusão de projetos que estavam paralisados.

 

NOVAS OBRAS EM OITO MUNICÍPIOS

 

Do total destinado ao Maranhão, R$ 17,3 milhões serão investidos na execução de oito novas obras vinculadas ao Novo PAC Saúde.

 

Os recursos contemplarão a construção de Unidades Básicas de Saúde (UBSs) nos municípios de Arame, Chapadinha, Paço do Lumiar, Paulino Neves, Pio XII, Primeira Cruz, São José de Ribamar e Imperatriz.

 

Com a nova etapa de investimentos, o Maranhão passa a contabilizar 173 obras da área da saúde autorizadas desde o início do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), ampliando a oferta de serviços e fortalecendo a atenção básica em diversas regiões do estado.

 

Além das obras, o estado receberá cinco conjuntos de equipamentos destinados ao fortalecimento do atendimento especializado do SUS, com investimento de R$ 8,4 milhões.

 

Entre os equipamentos previstos estão dois combos de cirurgia geral, que serão destinados aos municípios de Coroatá e São Luís, e dois combos de cirurgia oftalmológica, que atenderão Grajaú e Santa Luzia do Paruá.

 

A capital maranhense também será contemplada com um novo tomógrafo, equipamento fundamental para ampliar a capacidade de realização de exames de imagem e contribuir para o diagnóstico precoce de diversas doenças, especialmente na área oncológica.

 

De acordo com o Ministério da Saúde, os equipamentos integram a estratégia nacional de redução das filas por cirurgias eletivas e ampliação do acesso da população a procedimentos especializados.

 

RESSARCIMENTO POR OBRAS CONCLUÍDAS

 

Outra parte dos recursos será destinada ao ressarcimento de valores investidos por municípios em unidades de saúde concluídas por meio do Pacto Nacional pela Retomada de Obras da Saúde.

 

Serão beneficiadas as cidades de Carolina, Grajaú, Matões do Norte, Presidente Sarney, Raposa e Sítio Novo, que receberão repasses referentes à regularização de obras finalizadas e já colocadas em funcionamento.

 

INVESTIMENTOS EM TODO O PAÍS

 

A liberação dos recursos faz parte de uma ampla estratégia do Governo Federal para fortalecer a infraestrutura do SUS em todas as regiões brasileiras.

 

Dos R$ 577,2 milhões anunciados nesta sexta-feira, R$ 552,6 milhões serão destinados ao início de 204 novas obras do Novo PAC Saúde, incluindo Unidades Básicas de Saúde, Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), Centros Especializados em Reabilitação (CER) e uma Oficina Ortopédica.

 

Outros R$ 24,6 milhões serão utilizados para ressarcir 189 obras concluídas dentro do programa de retomada de empreendimentos da saúde.

 

Atualmente, o Novo PAC Saúde já prevê investimentos de R$ 34,7 bilhões em obras, equipamentos e veículos para a rede pública. Entre as metas estão a construção de 2.605 Unidades Básicas de Saúde, 336 CAPS, 100 policlínicas, além da entrega de 4.643 ambulâncias do SAMU 192 e 922 Unidades Odontológicas Móveis em todo o Brasil.

 

Com os novos investimentos, a expectativa é ampliar a capacidade de atendimento do SUS, reduzir desigualdades regionais e garantir maior acesso da população aos serviços de saúde, especialmente em áreas com menor cobertura assistencial.

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