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Maranhão chega ao 5ª lugar no ranking brasileiro de produção de pescado

Um dos principais objetivos do governo é fortalecer a cadeia do pescado

Em pesquisa divulgada recentemente pela Associação Brasileira da Piscicultura (PEIXE BR), o Maranhão garantiu o 5ª lugar no ranking brasileiro de produção de pescado, com 48 mil toneladas.

No estado , a piscicultura é uma atividade em expansão e os principais motivos para este crescimento são a demanda de peixes em cativeiros, o baixo custo de manutenção, a boa remuneração dos produtores, a grande disponibilidade de água e de área para o cultivo. Outro fator importante identificado na piscicultura maranhense é a aceitação de peixes menores, pelo mercado consumidor. Este fator diminui o ciclo de produção e reduz, consequentemente, o custo de produção, contribuindo para a manutenção de pequenos produtores na atividade.

Desde o início do governo Flávio Dino, um dos principais objetivos foi fortalecer a cadeia do pescado. Foram executadas inúmeras iniciativas para fortalecimento; as ações vêm ajudado constantemente  o crescimento do seguimento.

“Temos hoje a duplicação da produção de pescado no nosso Estado. Essa duplicação está relacionada também com a participação do Governo, no incentivo à pesca, como distribuição de equipamentos com projetos de tanques redes, projetos de viveiros escavados, que são alocados nos municípios que têm essa potencialidade, e apoio também com a assistência técnica, tanto a feita no gerenciamento das propriedades, como também na assistência técnica dada pela Agerp em parceria com a SAGRIMA e SAF. O setor da piscicultura foi um dos mais apoiados desde o inicio, inclusive é dos setores que faz parte do das cadeias prioritárias do Sistema Estadual de Produção e Abastecimento-SEPAB.” Citou o secretário da Sagrima Sérgio Delmiro.

Produção de Peixes no Maranhão

A principal espécie cultivada é o tambaqui, com mais de 90% da produção. No entanto, espécies como a curimatã (peixe nativo), tilápia e panga (exóticos) e os híbridos do tambaqui (tabatinga e tambacu) também são produzidos pelos piscicultores. Um dos maiores desafios é com relação ao comércio e à distribuição do seu produto. A formação de preços para alguns piscicultores ainda é uma tarefa muito difícil e complexa, pois exige uma boa gestão do negócio para conhecimento dos custos de produção.

A maior parte dos peixes de cultivo é comercializada de forma direta na própria região de cultivo, na porteira, geralmente vivo, ou, de forma indireta, para atravessadores, que levam este pescado para outras regiões, geralmente inteiros e em caixas com gelo.

De acordo o Anuário da Associação Brasileira de Piscicultura (PEIXE BR), publicado em 2021, o Maranhão figurou como o terceiro produtor brasileiro de peixes nativos no ano de 2020, à frente de Pará e Amazonas, com uma produção estimada de 40.800 toneladas, 5,94% maior que a de 2020. Esse crescimento é resultado das boas condições ambientais e incentivos governamentais, especialmente no que se refere à concessão de outorga de água para a atividade de piscicultura, que é considerado um entrave em outras regiões brasileiras. A piscicultura é uma atividade que se encontra em ascensão em diversas regiões brasileiras, possibilitando a inclusão produtiva e incremento de renda.

“Com todas estas ações executadas pelo Governo, a produção colocou o Maranhão no 5º lugar no ranking nacional em comparação a 2016,. Quando a PEIXE BR iniciou a medição, Maranhão tinha 24 mil, ou seja, o estado dobrou a produção. Saímos do 13º lugar para a 5º lugar/nível nacional; somos ainda o 3º maior em produção de peixes nativos e o 4º maior produtor de outras espécies” Relatou Delmiro.

Na Sagrima existe o programa intitulado “Programa Mais Pescado”. Com esse programa, são desenvolvidos projetos de desenvolvimento e incentivo à piscicultura com ações de construção de viveiros escavados e aquisição de todos os insumos, materiais e equipamentos para o primeiro ciclo de cultivo com acompanhamento técnico neste período. Além disso, tem ações para aquisição de ração, alevinos, kit’s de análise de água, balanças e redes de despesca. Também tem um Projeto de Assistência Técnica e Extensão Aquícola, com previsão de início este ano, nos polos de desenvolvimento da aquicultura.

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