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Aprovado o projeto de lei que criminaliza fura-fila de vacinação, e são quase três mil denúncias em todo o país

A Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei que tipifica crimes ligados à vacinação, como o desrespeito à fila de prioridades. O texto lista penas para três situações, inclusive com a possibilidade de prisão. Outro projeto aprovado aumenta a pena para quem destruir ou inutilizar vacinas e insumos usados para enfrentar a pandemia de coronavírus. Ambas as propostas serão encaminhadas ao Senado.

Nesta quinta-feira, a reportagem mostrou que o Ministério Público e as Ouvidorias Gerais dos estados receberam, em três semanas, quase três mil denúncias de fura-fila no país.

Em destaque: um laboratório de Blumenau (SC) anunciou venda em abril da Covaxin, a vacina fabricada na Índia. O imunizante ainda não teve uso aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Em paralelo: a farmacêutica AstraZeneca pretende adaptar sua vacina para as novas variantes do coronavírus. O processo pode demorar de seis a nove meses. O imunizante, principal aposta do governo brasileiro, teve uso suspenso na África do Sul por eficácia reduzida contra linhagem do vírus identificada no país.

Outro olhar: a revista científica “The Lancet” apontou falhas na gestão da pandemia pelo governo de Donald Trump nos Estados Unidos. A comissão que avaliou as políticas americanas afirmou que 40% das mortes causadas pela Covid-19 no país poderiam ter sido evitadas. E disse que os erros de Trump aprofundaram desigualdades e influenciaram alguns líderes mundiais, como presidente Jair Bolsonaro. Os EUA superam 470 mil mortes ligadas à Covid-19.

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