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ATR reforça orientações a passageiros em viagens de fim de ano

O uso de máscara e cinto de segurança é obrigatório para passageiros, motoristas e funcionários

Fim de Ano movimentado nas rodoviárias do Tocantins. De olho nesse aumento de pessoas circulando, o governo do Tocantins, por meio da Agência Tocantinense de Regulação, Controle e Fiscalização de Serviços Públicos (ATR) vem orientando a população para que tome as medidas necessárias para garantir uma viagem segura para todos.

Na capital do Tocantins, a movimentação é de cerca de 1.500 passageiros por dia. A dona de casa, Sandra Avelino, é um deles. Viajando de Palmas para o interior do Maranhão, ela disse que pensou em adiar a viagem, mas a saudade da família bateu mais forte neste fim de ano.

No entanto, ela garante que esta sempre de máscara, e tem evitado tocar em muito lugares ou ficar muito próximo das pessoas. “Tenho muito medo dessa doença, mas não posso deixar de ir ver meus parentes, mas estou me cuidando porque também não quero chegar lá doente ou levar doença pra eles”, disse.

Na quinta-feira, 24, o presidente da ATR, Edson Cabral também esteve na rodoviária de Palmas. Observou o movimento e enfatizou aos fiscais e à imprensa a necessidade de reforçar o trabalho de orientação aos passageiros sobre os cuidados que devem ser tomados, principalmente em tempos de pandemia.

“Nossa atuação nos terminais é constante, bem como nas rodovias. Nosso foco é o transporte intermunicipal e para isso temos fiscais conferindo se as medidas de proteção necessárias vem sendo adotadas pelas empresas de transporte e pelos administradores das rodoviárias”, afirmou.

O uso de máscara é obrigatório para passageiros, motoristas e funcionários. Veículos e terminais devem garantir o distanciamento social necessário nas filas e área de espera. Álcool em gel 70% deve ser disponibilizado na entrada e na saída dos veículos, que devem passar por limpeza minuciosa e diária com produtos que impeçam a propagação do vírus, principalmente nas poltronas, entre outras ações.

A ATR também segue atuante no atendimento de denúncias e no combate ao transporte clandestino. Só adquira o bilhete em pontos oficiais de venda e só com empresas cadastradas. Nunca viaje com um transportador clandestino. O passageiro pode pedir ao motorista para verificar os documentos que atestam que ele é um autônomo cadastrado e regularizado.

“O usuário é o melhor parceiro de trabalho da ATR. Ele pode e deve procurar a Agência nos terminais ou por telefone. A ligação é gratuita”, frisou o presidente.

Denuncie

A ATR, como entidade reguladora dos serviços públicos, reforça que o usuário pode colaborar, denunciando sempre que constatar algo irregular, seja por meio da Ouvidoria Geral do Estado no WhatsApp (63) 99246-6834 ou por meio do site www.falabr.cgu.gov.br. Também é possível registrar reclamação, denúncia, sugestão ou tirar dúvidas pessoalmente na sede da ATR em Palmas ou por meio do e-mail ouvidoria@atr.to.gov.br.

Gratuidades

Idosos tem direito a viagem gratuita, mas são grupos de risco e devem evitar viajar, ou buscar horários e dias menos movimentados. “O ideal é não viajar, mas se é imprescindível então deve ser planejada”, pontuou Cabral.

Empresas e transportadores autônomos têm que oferecer as gratuidades garantidas na legislação: Nos ônibus, 2 poltronas grátis para idoso; 2 poltronas grátis para pessoa com deficiência; e 2 poltronas com 50% de desconto para idosos, caso as vagas gratuitas já estejam ocupadas. Nos micro-ônibus, 1 poltrona grátis e 1 com 50% de desconto para idoso e 1 poltrona grátis para pessoa com deficiência.

Cinto de segurança

Antes da partida é obrigatório afivelar o cinto de segurança. O equipamento é uma garantia de viagem segura não apenas para o próprio usuário quanto para os demais passageiros.

Muitos viajantes não têm no transporte público o mesmo cuidado que têm nas viagens de automóvel. Mas o risco de ferimentos ou até de morte em acidente com vans e ônibus é o mesmo que nos carros de passeio. O veículo tem que estar com o cinto em boas condições e visivelmente colocado sobre a poltrona. Quem utiliza o cinto de segurança tem até sete vezes mais chances de escapar vivo em um acidente.

Daianne Fernandes/Governo do Tocantins

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