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Senar treina técnicos para atender propriedades rurais do programa Agronordeste

O Senar acaba de treinar 28 técnicos de campo (agrônomo, veterinário, zootecnista, engenheiro agrícola, engenheiro de pesca e técnico agropecuário), para atuarem dentro do programa Agronordeste nas diversas regiões do Maranhão. A formação de novos técnicos acontece dentro da metodologia de Assistência Técnica e Gerencial (ATeG) do Senar.

Uma das principais ações da entidade, hoje, é levar assistência técnica aos produtores rurais selecionados pelos programas de fomento a essa política agrícola de apoio à produção. O processo envolve desde o diagnóstico individualizado de cada propriedade, até a concretização das transformações tecnológicas programadas para serem implementadas.

Durante esses dois anos de atendimento, acompanha-se a evolução de cada uma delas, medindo-se o índice alcançado para cada indicador produtivo e econômico. No final das cinco etapas da metodologia de ATeG, compara-se até onde a propriedade evoluiu. Então, a meta alcançada, é o resultado do índice da mensuração do desenvolvimento da parte produtiva e econômica da propriedade atendida.

A assistência técnica e gerencial (ATeG) ao produtor rural é uma iniciativa que vem acontecendo desde 2014, aqui no Maranhão. Atualmente, são quatro os programas que se encontram em desenvolvimento no Estado pelo SENAR. Um deles é o Agro Nordeste, implantado o ano passado pelo Ministério da Agricultura por meio da Anater, em parceria com o Senar e Embrapa.

O Agro Nordeste é um programa de ação elaborado pelo Governo Federal para impulsionar o desenvolvimento econômico e social sustentável do meio rural da região Nordeste e do norte de Minas Gerais, dividido em 12 Territórios, com uma população rural de 1,7 milhão de pessoas.

Médio Mearim

“Iniciamos o programa com 206 propriedades rurais e vamos aumentar agora, incorporando mais 998, compondo um total de 1.206 propriedades. E, nesse contexto, para atender essa nova quantia de propriedades vamos precisar de pelo menos mais 40 técnicos formados dentro da metodologia de assistência técnica e gerencial”, disse o gerente de ATeG do Senar Maranhão, Epitácio Rocha, ressaltando ainda que o programa vai abranger todas as regiões do Estado, prioritariamente a do Médio Mearim, que foi definida pelo MAPA, e contempla 20 municípios.

Epitácio destaca que o Agro Nordeste foi implantado no primeiro semestre deste ano, em Araioses e Timon, e na região Tocantina e demais outras como a grande São Luís, sertão e sul do Estado, se incorporarão à ATeG do Senar nos próximos meses.

Ele destaca ainda que, as principais cadeias produtivas a serem trabalhadas no programa são: bovinocultura de corte, bovinocultura de leite, fruticultura, piscicultura, e alguns produtores remanescentes que serão assistidos na cadeia produtiva da hortifruticultura.

Tayane Duarte Santos, é técnica em Agronegócio pelo Senar e graduanda em zootecnia pelo Instituto Federal de Educação (IFMA), e agora pretende ingressar como técnica de campo no programa Agro Nordeste, se incorporando a esse programa em execução pela instituição.

Antes de se submeter ao treinamento ela integrou a equipe de jovens maranhenses no programa CNA Jovem, em 2019, promovido pelo sistema CNA/Senar e teve bom desempenho. Agora pleiteia uma vaga para trabalhar nas propriedades que serão assistidas em breve pelo Senar.

“Quero ajudar o produtor a crescer e alavancar o seu negócio, e finalmente fazê-lo participar das ações de capacitação e assistência técnica ofertadas pelo Senar em parceria com o Sindicato”, disse ela, ressaltando a importância do Sindicato, como entidade capaz ajudar tanto os produtores integrados quanto àqueles em seu entorno.

Para o Superintendente do Senar Luiz Figueirêdo, o Senar é praticamente a única instituição do Estado ligada ao setor rural que vem ofertando postos de trabalho aos profissionais da área.

“É para nós motivo de satisfação, sermos protagonistas de veículos impulsionadores do setor rural do Maranhão com instrumentos como a ATeG. Para nossa alegria, estamos com mais 30 técnicos aptos ao trabalho de campo, desenvolvendo ações de transferência de tecnologia, para que nossos pequenos e médios produtores cresçam e fortaleçam cada vez mais a nossa produção agrossilvipastoril”, concluiu ele.

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