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Governo demite chefe de sistemas que monitoram Amazônia

O governo federal exonerou a coordenadora-geral dos dois programas do governo que monitoram o desmatamento na Amazônia. Lubia Vinhas comandava o Observação da Terra do Instituto Nacional de Pesquisas Especiais (Inpe), responsável pelo Deter e pelo Prodes.

A exoneração foi publicada no Diário Oficial da União, com assinatura do ministro da Ciência, Marcos Pontes, três dias após o Inpe atualizar o sistema Deter, indicando recorde histórico na devastação da Amazônia em junho. Foram 1.034,4 km² desmatados. No semestre, são mais de 3 mil km² de áreas verdes subtraídas.

No ano passado, a divulgação de dados de desmatamento levou o governo a exonerar o então diretor do Inpe, Ricardo Galvão.

Em paralelo: o vice-presidente Hamilton Mourão projetou queda no desmatamento no segundo semestre. Presidente do Conselho Amazônia, ele ouviu cobranças de investidores e empresários na semana passada. Hoje, Mourão afirmou que estrangeiros voltarão a investir no Brasil quando o governo apresentar resultados positivos.

Em cúpula virtual da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), o ministro da Economia, Paulo Guedes, disse que o Brasil corrigirá eventuais erros e excessos e não vai aceitar o desmatamento ilegal. Ele também criticou o que considera serem “falsas narrativas” sobre a gestão ambiental brasileira.

Defesa rebate crítica de Gilmar e aciona PGR

A crítica do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, à participação do Exército no Ministério da Saúde repercutiu mal nas Forças Armadas e no Ministério da Defesa. A pasta e os comandantes do Exército, da Marinha e da Aeronáutica divulgaram nota com críticas ao magistrado e prometeram acionar a Procuradoria-Geral da República . “Trata-se de uma acusação grave, além de infundada, irresponsável e sobretudo leviana”, diz o texto.

Gilmar afirmou no sábado que o Exército se associou a um “genocídio”.

Bastidores: o ministro disse a interlocutores que “bateu em uma perna quebrada” da gestão de Jair Bolsonaro e que não imputou crimes a ninguém em suas declarações, conta a colunista Bela Megale. Os militares, revela Lauro Jardim, esperaram que o ministro se retratasse, o que não ocorreu. Agora, há a expectativa de que Dias Toffoli controle a crise.

Fonte: “O Globo”

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