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Empresário envolvido na prisão de Ronaldinho Gaúcho é natural do Tocantins

Um nome até então desconhecido, o misterioso empresário envolvido na prisão do ex-jogador Ronaldinho Gaúcho é um tocantinense, mas radicado em Brasília há pelo menos uma década. O nome dele é Wilmondes Sousa Lira, de 45 anos. Inclusive, seu documento de identidade foi emitido pela SSP do Tocantins.

Ele é o principal acusado de falsificar os documentos de Ronaldinho Gaúcho e o irmão, Roberto Assis, presos no Paraguai.

O empresário tocantinense escolheu uma vida de privacidade. Não possui conta em nenhuma rede social e nem foto na internet. Há pouquíssimos registros sobre sua trajetória em bancos de pesquisa oficiais e na internet.

Wilmondes nega ter participado da confecção dos passaportes e identidades falsas e diz ter sido apenas intermediário do caso, com a função de levar os documentos ao Brasil.

O tocantinense também tem documentos paraguaios com uma particularidade: o número das cédulas de identidade de Ronaldinho e Assis são sequenciais ao do empresário. Wilmondes tem a carteira de número 3122655, Ronaldinho possui a de número 3122656, e Assis tem a 3122657.

Em depoimento, Wilmondes Sousa Lira afirmou que a responsável pelos documentos adulterados é a empresária Dalia López, 48 anos, presidente da Fundação Fraternidade Angelical, uma ONG que faz ações sociais e teria Ronaldinho no lançamento de um de seus projetos.

Segundo o jornal ‘ABC Color’, a esposa de Wilmondes, Paula Oliveira Lira, é amiga de Dalia López. Inclusive, Dalia se dirige a Paula como uma “grande amiga”, em entrevista à revista “Caras” da Argentina.

EMPRESA NO TOCANTINS

Wilmondes Sousa Lira é registrado na Receita Federal como dono ou sócio proprietário de três empresas de ramos completamente distintos no Brasil: W & P Serviços de Limpeza e Comércio, registrada em Palmas (ou Multserv, que oferece serviços de limpeza em prédios e domicílios), Global Assessoria e Soluções em Seguros (empresa seguradora de seguros de vida) e W.S. Lira Apoio Administrativo (ou Khronos Enterprise, que oferece serviços de transporte de passageiros e locação de veículos com motorista). Essas duas últimas ficam no mesmo endereço em endereço em Brasília.

A Multserv, localizada no Tocantins, encontra-se com situação inapta junto ao órgão, pela “omissão de declarações”.

Wilmondes também figura na lista de devedores ativos da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN), com duas dívidas tributárias com valor somado de R$ 41,4 mil.

Ele responde a um processo na 2ª instância do Tribunal de Justiça do Distrito Federal (TJDFT) que corre em segredo de justiça. Wilmondes e uma empresa de material hospitalar já responderam a processo na 1ª Vara de Palmas, no Tocantins, mas o caso acabou suspenso.

Fonte:AFFnoticias

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