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PF investiga 221 candidaturas-laranja e casos de desvio na eleição de 2018

A Polícia Federal (PF) abriu 221 inquéritos em 2019 ano sobre desvio de verbas públicas nas campanhas eleitorais de 2018. O número corresponde a 12,5% de todas as investigações da PF sobre caixa 2. As informações foram publicadas nesta 2ª feira (9.dez.2019) em reportagem do jornal Estado de São Paulo.

Dos inquéritos concluídos, 12 apontam apropriação indevida do financiamento eleitoral. A PF estabelece uma relação com as chamadas candidaturas “laranjas” ou de fachada, em que a verba do candidato é destinada para outro fim.

A CMO (Comissão Mista de Orçamento) aprovou na 4ª feira (4.dez.2019) 1 acréscimo de R$ 1,8 bilhão aos R$ 2 bilhões sugeridos pelo governo para o fundo eleitoral. Em 2018, o fundo eleitoral foi de R$1,7 bilhão.

NÚMERO TENDE A AUMENTAR

Ministérios Públicos de 7 Estados analisam 140 prestações de contas rejeitadas por tribunais eleitorais regionais. No Rio Grande do Sul, são 79. Em São Paulo, a Procuradoria Regional Eleitoral apura 38 irregularidades em candidatas do DEM, PT, PSDB e outros 9 partidos.

O pleito de 2018 foi o 1º em que os partidos foram obrigados a destinar 30% dos fundos partidário e eleitoral para mulheres.

Segundo uma das investigações da PF, pelo menos 4 mulheres foram lançadas candidatas à Câmara pelo PSL de Minas só para cumprir a cota feminina estabelecida por lei, mas não fizeram campanha de fato. Apesar do baixo desempenho eleitoral, elas estavam entre as que mais receberam recursos da sigla.

Teriam se beneficiado o presidente da sigla, deputado Luciano Bivar (PE) e o atual ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio. O ministro, eleito deputado federal em Minas Gerais no último pleito, nega as acusações. A deputada Soraya Manato (PSL-ES) afirmou em outubro que o PSL teve candidatos de fachada.

Fonte:Poder360

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