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Seminário Diálogos pelo Direito à Educação é realizado na Região Tocantina

O seminário Diálogos pelo Direito à Educação está tendo continuidade pelo Maranhão. No início de semana, o evento foi realizado nos municípios de Imperatriz e Açailândia. O evento é promovido pela Seccional Maranhão da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-MA) em parceria com o Instituto Estadual de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão (Iema).

O objetivo é discutir a respeito do direito à educação básica e das políticas para o setor educacional. Imperatriz serviu de palco para o seminário na segunda-feira (26). Dezenas de pessoas participaram do evento, incluindo a equipe da reitoria e um grupo de estudantes da Universidade Estadual da Região Tocantina do Maranhão (UemaSul).

O seminário vai percorrer várias regiões do Maranhão onde há seccionais da OAB e tudo o que for coletado será tabulado e levado para o conselho nacional da Ordem e apresentado durante um seminário nacional que vai acontecer no fim de outubro, em Brasília. A primeira edição aconteceu em julho, no município de Bacabal. Mais dois estão agendados para outubro: em Balsas, dia 2; e em Estreito, no dia 3.

Grata por participar do evento, a reitora da Uemasul, Elizabeth Nunes Fernandes, disse que discutir e dialogar sobre a educação é o local onde a universidade quer estar, porque a Uemasul defende e quer educação de qualidade e escola de excelência.

Para a reitora, a gestão da Uemasul tem promovido a defesa do direto a educação em todos os seus discursos pois acredita nessa proposta. “Não tem como fazer isso sem discutirmos o momento que estamos vivendo de ataques ferrenhos à educação. Defendemos tanto a educação que acabamos de criar o programa Caminhos do Sertão, que funcionará em Porto Franco, Vila Nova dos Martinhos, Amarante e Itinga do Maranhão. A UemaSul é a maior formadora de professores nesta região tocantina.

O reitor do Iema, Jhonatan Almada, participou do seminário nas duas cidades e falou da experiência exitosa do Instituto. Almada abordou o tema “Nossa escola pública pode ser de excelência: lições e aprendizados da experiência”. Abordou três questões: o problema, a experiência do Iema e, por último, lições e aprendizados.

“Nosso sonho é ser a melhor escola de ensino público do Brasil. Não é fácil, mas o sonho tem de ser ousado”, enfatizou a reitor em sua apresentação em Açailândia nesta terça, dia 27 de agosto.

O público-alvo do Diálogos pelo Direito à Educação são advogados, estudantes de Direito, professores, dirigentes educacionais (secretários municipais de educação, membros de conselhos etc.), entre outros agentes envolvidos no processo educacional.

O representante da Escola Superior da Advocacia (ESA), Marcelo Santana, participou do seminário em Açailândia e considerou válida a oportunidade de conversar com professores, universidades, alunos e colegas de profissão. O advogado comenta que o projeto é muito interessante porque permite ver os problemas, mas também solucionar. “Vejo que o intuito de levar para o Conselho Federal da OAB os resultados deste trabalho vai gerar bons frutos”.

Para o presidente da subseção OAB/Açailândia, Daniel Galvão, a Ordem cumpre seu papel institucional de fortalecer o movimento pela luta na melhoria da educação ao promover o seminário.

“O projeto nacional de educação envolve todas as esferas de poder – união, estados e municípios -, mas, sobretudo, a sociedade civil. Neste contexto, essa iniciativa da seccional, em parceria com o Iema, creio que traz para os gestores da educação, dirigentes, gestores políticos, para o Ministério Público, advogados, entre outros, uma luz sobre o que vem por aí”

João Batista Ericeira, da Comissão Especial do Direito à Educação do Conselho Federal da OAB, ressalta que a pretensão dos organizadores do seminário é percorrer todas as subseções da OAB do Maranhão. Na abertura do seminário em Imperatriz, afirmou que a meta é fortalecer que o tema defesa da educação nunca foi tratado pela OBA-MA em sua base. “Queremos fortalecer a educação básica, porque sem ela, em verdade, o sistema educacional jamais funcionará bem”.

“Esse é um trabalho realizado por pessoas de boa vontade, que se dedicam e têm consciência da importância da causa da educação brasileira e que há a necessidade de delineamento de um projeto pedagógico que tenha como centro o estudante”, afirmou João Batista Ericeira

Questionado sobre os resultados alcançados, João Batista Ericeira comentou que a resposta tem sido altamente positiva, até porque o seminário tem uma metodologia. “Na parte da manhã tem duas exposições: uma comigo sobre direito à educação e outra com o reitor Jhonatan Almada sobre educação pública de qualidade. À tarde, após breve exposição, o professor Raimundo Palhano conduz as oficinas em que os agentes de trabalho pautam as suas dificuldades, seus desafios e possíveis soluções”, informou.

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