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Acusado de matar e debochar da vitima é condenado a 15 anos de prisão

Domingos Vieira da Silva terá que cumprir 15 anos de prisão em regime fechado por matar a facadas Adriano Gomes Nogueira em julho do ano passado na cidade de Tocantinópolis, região Norte do Estado do Tocantins. Decidida por júri, a condenação é da ultima sexta-feira, 2, e a dosagem da pena definitiva é do juiz e presidente do júri Helder Carvalho Lisboa.

O condenado confessou o crime em uma rede social, debochou da morte da vítima e ameaçou sua namorada.

A Justiça, ao condenar Silva, considerou outros agravantes que ele tinha. O juiz observou que o réu possui uma conduta reprovável, o que fazia ele culpado, tendo em vista que ele já possuía antecedentes criminais, inclusive ele é condenado por roubo. Em 2015, a imprensa registrou sua fuga da Cadeia Pública de Tocantinópolis.

Por maioria dos votos, de acordo com a sentença, os jurados reconheceram que Silva matou Nogueira por motivo torpe e fútil, reconheceram ainda que ele utilizou recursos que dificultaram a defesa da vítima.

O condenado terá que pagar R$ 50 mil para reparar os dos danos causados a família da vítima. “As circunstâncias do crime foram objeto de análise em plenário, sendo graves as consequências do ilícito porque a vítima deixou dois filhos menores”, disse o magistrado.

Caso

Conforme os autos, Silva estava consumindo bebida alcoólica perto do Beira Rio e se envolveu em uma briga. Na ocasião, a vítima se aproximou de Silva para apartar uma briga com outras pessoas, momento em que o condenado o esfaqueou várias vezes. Domingos morreu ainda no local.

Nesse mesmo dia e logo após o crime, Silva postou em rede social que esfaqueou Domingos porque achava que ele estava se relacionando com sua namorada da época. Ele ainda ameaçou a mulher e disse que ela seria a próxima a morrer.

O suspeito fugiu e foi encontrado em uma casa abandonada no Setor Boa Vista 2, em Tocantinópolis. Quando soube da morte da vítima durante a madrugada pelo Facebook, deixou um comentário, debochando sua morte: “vai em paz, mlk” [sic].

No período em que o Silva ficou no local escondido, tirou várias fotos com gestos obscenos com o seu celular. A polícia acabou o encontrando, após ameaçar sua namorada de morte e dizer à sua família que não iria se entregar à polícia por um aplicativo de mensagens.

Fonte: Jornal do Tocantins

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