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127 foram presas usando tornozeleiras eletrônicas no Maranhão

Dados são da Secretaria de Administração Penitenciária do Maranhão (SEAP). Dos casos, 78 foram registrados em São Luís e 48 no interior do estado.

De acordo com a Secretaria de Administração Penitenciária do Maranhão (SEAP) 127 pessoas foram presas este ano no Maranhão usando tornozeleiras eletrônicas. Dos casos, 78 foram registrados em São Luís e 48 no interior do estado.

Somente nas duas últimas semanas, dois casos foram registrados pela polícia. Na última terça-feira (30), Carlos Daniel foi preso usando uma tornozeleira eletrônica em São Luís. Com ele, foi apreendida uma pistola e uma motocicleta roubada. Em depoimento à polícia, ele confessou que estava usando o equipamento porque respondia por tráfico de drogas e ainda fazia parte de uma organização criminosa que atua no Maranhão.

Diego Silva Oliveira também foi preso na semana passada utilizando uma tornozeleira eletrônica na capital. Ele foi capturado por suspeita de arrombar uma clínica odontológica na região central de São Luís, além de roubar inúmeros objetos.

As tornozeleiras eletrônicas são instaladas para registrar os passos dos condenados ou acusados, que recebem da Justiça do Maranhão, o benefício de cumprir a punição fora das Unidades Prisionais do estado. As informações dos presos são enviadas para uma central de monitoramento 24h, que controla os passos de quem está usando.

Segundo a Polícia Militar do Maranhão (PMMA), o monitoramento das pessoas que usam a tornozeleira é feito de maneira integrada, mas muitas vezes, as pessoas conseguem violar a comunicação para cometer crimes.

“O monitoramento é feito em tempo real, a pessoa obviamente tem os locais que ela e horários para que ela possa transitar, mas nem sempre o fato dela transitar em uma área ou um local determinado, implica que ela vai se envolver em crimes. Então a situação é o seguinte, geralmente quando ela é encontrada em locais e horários que não são compatíveis como estão prescritos na legislação, também é feita a condução”, explica o Tenente-Coronel Lenine Pontes, chefe de comunicação da Polícia Militar do Maranhão.

Fonte: Por G1-Ma

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