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Pedido de vistas adia decisão sobre extinguir DRACMA

Acordo com sindicato altera proposta para que nova diretoria da SSP seja ocupada por servidor de carreira; fim da delegacia que
investiga fantasmas na Assembleia pode ficar para o regimento interno da Segurança

Após o pedido de vistas do deputado estatual Júnior Geo (PROS), os demais líderes de blocos partidários endossaram um pedido e vista conjunto sobre a mensagem nº 35, do governador Mauro Carlesse (DEM) com o projeto que cria o Conselho Estadual de Segurança Pública do Tocantins (ConespP/TO) e a Diretoria do Departamento de Repressão à Corrupção e ao Crime Organizado (Dracco).

Com isso, há um prazo de até 24 horas para que o projeto volte às comissões para aprovação e depois siga para o Plenário da Casa.

Diretor de carreira

A versão final do projeto discutido até o início da noite desta terça feira (11) na reunião conjunta das comissões contém uma emenda costurada entre os deputados, o Executivo e o Sindepol (Sindicato dos Delegados) prevendo que a Dracco seja ocupada por um servidor de carreira.

Delegados avaliam que a medida é uma forma de prevenir que agentes externos possam ocupar mais esse espaço na pasta da segurança e aja contra o trabalho da Polícia Civil.

Dracma ainda ameaçada

Como só apareceu essa emenda na proposta original do Executivo, a avaliação dos delegados é que a extinção da DRACMA poderá ser em
alteração no regimento interno da Secretaria da Segurança Pública, tão logo haja a aprovação dessa lei que abre brecha para essa mudança.

O caso de Pernambuco

O temor dos delegados de que a DRACMA seja extinta nasceu da própria pista dada pelo governo do Estado quando divulgou o projeto: o caso de Pernambuco. Lá, o Executivo extinguiu a similar à DRACMA (a Delegacia de Crimes contra a Administração e Serviços Públicos – Decasp) e criou o Departamento de Combate ao Crime Organizado (Draco). A delegacia de lá, como a de cá, investigava deputados e vereadores.

A nobre e necessária vigilância

Com a vigilância de parte da imprensa, dos próprios servidores da pasta e de deputados compromissados com o interesse público, esse mesmo efeito pernambucano ainda pode ser evitado na Segurança Pública tocantina. Mesmo que alguns parlamentares durante a reunião das comissões, tenham atirado sombras sobre o controle social exercido pela imprensa. Esse controle é tão somente a vigilância, nobre e necessária, sobre as atividades do poder público.

Fonte: Jornal do Tocantins (Coluna Antena Ligada)

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