Fone(99) 3525-1636

ZAP(99) 99168-5235

Para ficar de olho em 2018, segundo o MIT

 

O APRENDIZADO DE MÁQUINA SERÁ ESSENCIAL PARA A REVOLUÇÃO DA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL E SUA DISSEMINAÇÃO EM DIFERENTES ÁREAS(FOTO: THINKSTOCK)

Inteligência artificial para todos
A inteligência artificial por enquanto foi usada principalmente por grandes empresas de tecnologia ou startups. Mas, para a maioria das empresas, a inteligência artificial ainda é muito cara e difícil de ser implementada. Hoje, no entanto, ferramentas de aprendizado de máquinas baseadas na nuvem estão levando a IA a um número cada vez maior de pessoas e empresas. Não está claro qual será a companhia líder nesse segmento, mas Amazon, Google e Microsoft estão trabalhando para assumir a dianteira. Afinal, há grandes oportunidades. O aprendizado de máquina será essencial para a revolução da inteligência artificial e sua disseminação em diferentes áreas. A tecnologia no futuro poderá trazer mais eficiência para setores como medicina, indústria e energia.

Redes neurais em duelo
A inteligência artificial é muito boa para identificar coisas. Entre um milhão de imagens, consegue destacar a de um pedestre atravessando a rua. Mas a tecnologia ainda não consegue gerar a imagem de um pedestre sozinho. Se isso fosse possível, ela poderia criar imagens realistas de pedestres em vários cenários, onde a tecnologia dos carros autônomos poderia ser treinada sem que fosse necessário colocar o automóvel na rua, por exemplo. O problema é que criar algo completamente novo requer imaginação – e até agora os robôs não conseguem ser criativos. Mas uma possível solução foi criada por Ian Goodfellow, da Universidade de Montreal, em uma discussão em 2014.

A abordagem, conhecida como rede contraditória generativa (GAN, na sigla em inglês), usa duas redes neurais e coloca uma contra a outra como em um jogo. As duas redes têm o mesmo repertório de dados. Uma delas, conhecida como geradora, tem a tarefa de criar variações em imagens que já conhece – como um pedestre com três braços, por exemplo. A segunda, discriminadora, deve identificar se a imagem é real ou se foi criada pela rede geradora – basicamente, precisa dizer se essa pessoa com um braço a mais é real.

Com o tempo, o gerador se torna tão bom em produzir imagens que o discriminador não consegue detectar as falsas. Essencialmente, o gerador aprende a reconhecer e criar imagens realistas de pedestres. Essa tecnologia é considerada um dos maiores avanços da inteligência artificial na última década, e conseguiu gerar imagens que enganam até mesmo os humanos. Mas os resultados não são sempre perfeitos. Os GANs podem criar bicicletas com dois guidões ou rostos com a sobrancelha no lugar errado.

 

Fonte: https://epocanegocios.globo.com

®SISTEMA NATIVA DE COMUNICAÇÃO

© 2009-2018 RÁDIO NATIVA FM 99,5 - Todos Direitos Reservados. IMPERATRIZ-MA

Tecnologia((Bootstrap)) Por: